Evangelho de Mateus | |||||||||||||||||||||||||||||
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
EVANGELHO DE MATEUS
quarta-feira, 6 de julho de 2011
FILIPENSES
LIVRO DE FILIPENSES
AUTOR. Paulo, o apóstolo.
DATA. Incerta. Provavelmente tenha sido escrita em Roma, ano 60-64 d.C.
A Igreja. A igreja filipense era uma igreja ideal em muitos sentidos. Era agradecida e bondosa.
Foi fundada por Paulo em sua segunda viagem missionária, em meio a uma tempestade de perseguições. Os começos da obra se limitavam a umas poucas mulheres que se reuniam perto do rio. Lídia, uma vendedora de púrpura, foi a primeira convertida, mas logo se uniram a ela o carcereiro de Filipos e sua família. Estes, e talvez uns poucos mais, se converteram no núcleo da igreja.
CARACTERÍSTICAS DA CARTA. Esta é uma carta de amor espiritual à igreja, cheia de entranhável carinho e gratidão. Escrita em circunstâncias difíceis enquanto Paulo estava prisioneiro. A carta ressalta a vitória e o gozo.
Gozo na oração, 1:4; no evangelho, 1:18; na comunhão cristã, 2:1-2; nos sacrifícios pela causa, 2:17-18; no Senhor, 3:1; no cuidado entranhável pela igreja, 4:10.
MENSAGEM CENTRAL. Jesus Cristo.
Cap. 1.
(1) Como a fonte de fruto espiritual, v. 11.
(2) Como o tema da pregação, v. 18.
(3) Como a motivação maior do serviço cristão, vv. 20-21.
Cap.2.
(4) Ao exibir único espírito e exemplo perfeitos, vv. 5-11.
Cap. 3.
(5) O conhecimento de quem é o supremo prêmio pelo qual lutar na vida, vv. 7-14.
(6) A cuja aparência os corpos dos crentes serão semelhantes, vv. 20-21.
Cap.4.
(7) Cujo poder é limitado na vida do crente, v. 13.
(8) Quem é o canal de provisões divinas para cada necessidade, v. 19.
SINOPSE
Cap. 1.
(1) A saudação, vv. 1-7.
(2) Uma declaração pessoal do apóstolo de sua vida interior e de sua atitude perante a igreja.
(a) Seu interesse profundo pelo seu desenvolvimento espiritual, vv. 8-11.
(b) A certeza de que suas cadeias têm sido uma bênção para muitos, vv. 12-19.
(c) Sua esperança e seu desejo de que, qualquer que seja o resultado de seu encarceramento, Cristo seria exaltado pela sua vida ou pela sua morte,v. 20.
(d) Sua compreensão da bênção da morte para o crente. Não obstante, ao sentir que sua obra não estava terminada esperava visitar a igreja filipense uma vez mais, vv. 21-25.
(e) Seu interesse principal é pela fidelidade da igreja em meio à perseguição de que é objeto, vv. 27-30.
Cap. 2.
(3) Exortações acerca da vida e do caráter cristãos.
(a) A unidade, a humildade e o esquecimento de si mesmos, vv. 1-4.
(b) Buscar a mente de Cristo, vv. 5-13.
(c) Cooperar com Deus, ocupando-nos de nossa salvação pessoal, e a viver como seus filhos irrepreensíveis num mundo de maldade, vv. 12-16.
(4) Recomendação do apóstolo e de seus mensageiros, Timóteo e Epafrodito, vv. 19-30.
Cap. 3.
(5) Advertências contra os judaizantes, 1-3.
(6) Narrativa das experiências do apóstolo.
(a) Um judeu privilegiado e fervoroso, que tinha considerado todos os valores da justiça da lei como esterco, a fim de aceitar a justiça pela fé em Cristo, vv. 4-9.
(b) Sua ambição suprema era a de conhecer a Cristo, participar de sua ressurreição, e alcançar o alvo final de um caráter semelhante ao de Cristo, vv. 10-14.
(7) Outras exortações à igreja:
(a) Seguir o exemplo apostólico, vv. 15-17.
(b) Ter cuidado dos inimigos da cruz. vv. 18-19.
(c) Ser cidadãos do céu, e esperar uma grande transformação na vinda do Senhor, vv. 20-21.
Cap. 4.
(d) Manter a firmeza, a unidade, a ajuda, a gentileza; estar livres do afã, orar e elevar a maneira de pensar, vv. 1-8.
(8) Palavras finais de apreço, uma promessa de provisão divina para cada necessidade; as saudações e a bênção, vv. 10-23.
terça-feira, 5 de julho de 2011
ADORADORES!!
Em espírito e em verdade - Jo 4:20- 24
1. Vs.20 – A samaritana refere- se ao Monte Gerizim, onde o povo de Israel oferecia seus sacrifícios.
1.1. Os samaritanos construíram um templo como lugar de adoração rival, por não serem bem- vindos no templo de Jerusalém;
1.2. A adoração a que a mulher se referia era cerimonial, como no velho testamento.
2. Vs.21 – “... a hora vem em que nem neste monte e nem em Jerusalém adorareis Pai.”
2.1. Jesus aqui fala de um lugar bem mais alto que o Monte Gerizim ou Jerusalém. Fala de uma forma de adoração muito mais profunda que a cerimonial;
2.2. Jesus falava de um lugar muito além do véu, onde os verdadeiros adoradores poderiam estar;
2.3. A verdadeira adoração não é nem um pouco cerimonial, mas vem de um coração quebrantado (Sl 51:17).
3. Vs.22 – “...porque a salvação vem dos judeus.”
3.1. Jesus, que era judeu referia- se a ele mesmo como sendo o caminho para a salvação e toda a essência da verdadeira adoração;
3.2. Ele se fez sacrifício por nós e toda nossa adoração a Deus centraliza- se nele.
4. Vs.23 - “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o pai em espírito e em verdade ...”
4.1. A partir daqui estabeleceu- se que haveria uma diferença entre os verdadeiros adoradores e os falsos adoradores;
4.2. Todos adoram alguma coisa. Todos colocam algo ou alguém em primeiro lugar na sua vida;
4.3. Na igreja e no mundo estamos cheios de adoradores, a questão é: Quem ou o que é o motivo de sua adoração?
5. Vs.24 – “Deus é Espírito...”
5.1. Espírito (ruach): Fôlego, vida;
5.2. Coisas e pessoas “mortas no Espírito” não podem adorar a Deus porque ele é vivo (Is 38:18, 19).
6. Vs.24 – “... e importa que os que o adoram o adorem em espírito...”
6.1. espírito ( pneuma ): Parte do homem capaz de responder a Deus, sopro vital;
6.2. Quando adoramos em espírito adoramos com o que temos de mais profundo. Deus nos conhece melhor do que nós mesmos nos conhecemos, ele trata com o nosso espírito pois ali estão as torres mais altas em que guardamos as jóias de nosso coração; ali ocorrem as transformações, ali está o que temos de melhor e também o pior que freqüentemente queremos ocultar.
7. Vs.24 – “... e em verdade”.
7.1. Verdade (aletheia): sinceridade, realidade;
7.2. Deus não está buscando super- homens ou super- mulheres. Busca pessoas de coração sincero adoram e confiam no Senhor mesmo em circunstâncias adversas;
7.3. Em verdade significa que independente da realidade em que nos encontramos, o Senhor nos conhece e nos aceita se estamos dispostos a obedece- lo. Ele nos fala como quer que sejamos, nos limpa e nos purifica dos pecados e seja qual for o vale em que estivermos atravessando ainda assim conseguiremos o adorar.
7.4. O verdadeiro adorador não e destaca por que adora a Deus quando tudo vai bem. Seu caráter é mostrado quando todas as coisas lhe dizem para murmurar e ele consegue extrair motivos da realidade em que se encontra para adorar ao Senhor.
8. Vs.23 - “... porque o Pai procura tais que assim o adorem.”
8.1. Se Deus está procurando, é porque não são muitos os verdadeiros adoradores;
8.2. Deus não está procurando por músicos, cantores ou pregadores; mas está procurando por adoradores;
8.3. Deixe que o Espírito Santo lhe ensine a caminhar de maneira que o agrade e o faça adora- lo em qualquer situação
terça-feira, 28 de junho de 2011
ESTE E O TEMPO DE DEUS
O tempo:
Em conformidade com a palavra de Deus, existe debaixo do céu tempo para tudo, ou melhor, para cada propósito existe um tempo determinado. Na maioria das vezes não entendemos o tempo e ai, queremos fazer acontecer às coisas, dentro do nosso tempo não o tempo de Deus, então as coisas assim não correm bem.
Escrevi esse pequeno texto, apenas para dar respostas a tantos telefones e amigos que tem me telefonado, para de alguma forma buscar resposta. Então me sinto na obrigação de responder, pois a amigos não devemos deixar de responde em hipóteses alguma. Aos que tem me escrito, ligado e me enviado e-mails, segue a minha resposta:
1º Quanto a minha saída da AD de Campina Grande, eu cumprir meu tempo na missão e quero acreditar que por La não deixei inimigos, mas sim amigos então não têm nada a declarar contra meus companheiro e amigos da Assembléia de Deus de Campina Grande, até porque La ainda e minha família e minha casa.
2 º Quanto a Convenção, acho que todos tem o direito de ficar ou sair, pois da igreja somos membros e da convenção somos filiados, então em se tratado da COMEADCG-PB, e uma ótima convenção e administrada por homens de Deus. E de amigos não se fala, então amigos, são amigos ate debaixo d’água entende. A COMEADCG-PB era o grande sonho do Pastor Pacheco que se realizou, e vai continuar em nome de Jesus.
3 º Por ultimo, peço encarecidamente aos companheiros, que não me liguem perguntando quem vai ser o presidente, primeiro porque não sei, segundo a Assembléia de Deus de Campina Grande já tem um presidente, eleito quando então por todos nos, Pr. Emidio Brito, ninguém melhor do que este servo de Deus para permanecer agora, renovado, com mais jovialidade, realizando os sonhos do nosso grande guerreiro, que Jesus levou-o promovendo-o a gloria.
Sabemos que existem nessa grade nação assembléiana em Campina Grande e fora dela, grandes obreiros servos de Deus capazes, entretanto o Pastor Emidio e de Campina Grande, nasceu nessa igreja, casou-se e muito bem casado nessa igreja, aqui foi Auxiliar de trabalho, Diácono, Presbítero Evangelista e Pastor, serve ao Senhor nessa igreja desde sua mocidade. O que vocês querem estar reunido nele. Ainda por cima amigos, não se esqueçam de qual arvore genealógica ele pertence.
Só fiz estes comentários para responder aos amigos que estão ansiosos, porem sem motivos, a igreja e de Deus e Jesus estar nela, sem contar que o Espírito Santo coopera com o crescimento da obra. E neste momento tem um pastor com o mesmo coração do outro lembram? Não vingativo não perseguidor e crente. Jesus abençoe a todos e ai esta a resposta. Um homem cujo coração estar nele, antes de comentar de criticar se junte, procure, converse e um bom dialogo e sempre esclarecedor.
Pr. Antonio Fortunato
Simplesmente servo
sábado, 25 de junho de 2011
DANOS MORAIS
PREÂMBULO
Fazendo uso das palavras de Planiol, patrimônio não significa riqueza. Nele se computam obrigações e todos os bens de ordem material e moral, entre estes o direito à vida, à honra, à liberdade e à boa fama.
Como chegar ao dano moral e à obrigação de indenizar?
Através do estudo do ato ilícito, que é aquele praticado em descompasso com o ordenamento jurídico.
A prática de ato ilícito deve ser punida e desestimulada.
Toda lesão a qualquer direito traz como conseqüência a obrigação de indenizar.
A responsabilidade civil enfatiza o dever de indenizar sempre que os elementos caracterizadores do ato ilícito estiverem presentes.
A teoria da responsabilidade civil está construída sobre a reparação do dano. Tal princípio emerge do art. 159, do Código Civil Brasileiro: “aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência violar direito ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano”.
É oportuno trazer à reflexão as ponderações de CAIO MÁRIO DA SILVA PEREIRA: “para a determinação da existência do dano, como elemento objetivo da responsabilidade civil, é indispensável que haja ofensa a um bem jurídico”.
O dano é tratado em sentido amplo, ilimitado, irrestrito.
DANO MORAL - O VALOR DE SUA REPARAÇÃO
O dano moral advém da dor e a dor não tem preço. Sua reparação seria enriquecimento ilícito e vexatório, na opinião dos mais retrógrados.
Modernamente, verificamos que o dano moral não corresponde à dor, mas ressalta efeitos maléficos marcados pela dor, pelo sofrimento. São a apatia, a morbidez mental, que tomam conta do ofendido. Surgem o padecimento íntimo, a humilhação, a vergonha, o constrangimento de quem é ofendido em sua honra ou dignidade, o vexame e a repercussão social por um crédito negado.
Para que se amenize esse estado de melancolia, de desânimo, há de se proporcionar os meios adequados para a recuperação da vítima.
Quais são esses meios? Passeios, divertimentos, ocupações, cursos, a que CUNHA GONÇALVES chamou de “sucedâneos”, que devem ser pagos pelo ofensor ao ofendido.
Não se está pagando a dor nem se lhe atribuindo um preço e sim aplacando o sofrimento da vítima, fazendo com que ela se distraia, se ocupe e assim supere a sua crise de melancolia.
AUGUSTO ZENUN considerou impróprio o vocábulo “sucedâneo”, denominando os meios adequados para a recuperação do ofendido de “derivativos”.
Derivativo significa ocupação ou divertimento com que se procura fugir a estados melancólicos.
O derivativo não representa a dor, mas os meios para combater os males oriundos da dor (tristeza, apatia, tensão nervosa).
Condenar o ofensor por danos morais implica reparar o necessário para que se propicie os meios de retirar o ofendido do estado melancólico a que fora levado.
Questiona-se agora a dor.
A dor não é generalizada, é personalíssima, varia de pessoa a pessoa (uns sentem-na menos, outros em maior profundidade). Uns são mais fortes, outros mais suscetíveis ao sofrimento.
Há pessoas que dispensam os derivativos: são os estóicos, os de coração empedernido.
Na avaliação do dano moral, o juiz deve medir o grau de seqüela produzido, que diverge de pessoa a pessoa. A humilhação, a vergonha, as situações vexatórias, a posição social do ofendido, o cargo por ele exercido e a repercussão negativa em suas atividades devem somar-se nos laudos avaliatórios para que o juiz saiba dosar com justiça a condenação do ofensor.
Há ofensor que age com premeditação, usando de má-fé, unicamente para prejudicar, para arranhar a honra e a boa fama do ofendido. Neste caso, a condenação deve atingir somas mais altas.
Bisando CAIO MÁRIO DA SILVA PEREIRA: “o fundamento da reparabilidade pelo dano moral está em que, a par do patrimônio em sentido técnico, o indivíduo é titular de direitos integrantes de sua personalidade, não podendo a ordem jurídica conformar-se em que sejam impunemente atingidos”.
Costumam os julgadores atentar para a repercussão do dano na vida do ofendido e para a possibilidade econômica do ofensor.
A Constituição Federal, em seu art. 5°, incisos V e X, prevê a indenização por dano moral como proteção a direitos individuais, o que já haviam feito o Código Brasileiro de Telecomunicações, a Lei de Imprensa e a Lei dos Direitos Autorais, especificamente.
IVES GANDRA MARTINS considera relevantes alguns aspectos, os quais devem ser analisados pelos julgadores: extensão do dano; situação patrimonial e imagem do lesado; situação patrimonial do ofensor; intenção do autor do dano.
Toda vez que houver ataque à honra, à dignidade, à reputação de uma pessoa, deverá estar presente a reparação pelo dano moral.
Há os que acham que a reparação pelo dano moral vem associada à reparação pelo dano material.
O que se valora é a repercussão da lesão sofrida.
Contribui para aumentar o valor da indenização o elemento intencional do autor do dano.
DANO MORAL NO TEMPO E NO ESPAÇO
Código de Hamurabi, art. 127 : “se um homem livre estender um dedo contra uma sacerdotisa ou contra a esposa de um outro e não comprovou, arrastarão ele diante do Juiz e raspar-lhe-ão a metade do seu cabelo”. Aí está uma pena de reparação por dano moral.
Lei das XII Tábuas - 2 - “se alguém causa um dano premeditadamente, que o repare”.
Alcorão V - “O adúltero não poderá casar-se senão com uma adúltera”.
Na Antiga Roma: a cada ofensa moral correspondia uma reparação em dinheiro aplicada pelo Juiz. Quantia essa que desse para aliviar ou minorar o dano.
No Direito Canônico: inúmeros casos de dano moral e respectivas reparações, principalmente na promessa de casamento.
Na Bíblia: “se um homem encontrar uma donzela virgem, que não tem esposo, e tomando-a à força a desonrar, e a causa for levada a juízo, o que a desonrou dará ao pai da donzela cinqüenta ciclos de prata, tê-la-á por mulher, porque a humilhou, não poderá repudiá-la em todos os dias de sua vida”.
IHERING dizia que é ilimitada a reparação do dano moral e afirmava: “o homem tanto pode ser lesado no que é, como no que tem”.
Lesado no que é - diz respeito aos bens intangíveis, aos bens morais(nome, fama, dignidade, honradez).
Lesado no que tem - relaciona-se aos bens tangíveis, materiais.
Àquela época já se falava em reparação por dano moral e também ficava a critério do juiz.
DANO MORAL NO BRASIL
No Brasil, a reparação por dano moral vem caminhando firme com sentenças e acórdãos respeitáveis favorecendo-a.
Quando o art. 159 do Código Civil Brasileiro determina ...“fica obrigado a reparar o dano”, o faz em sentido amplo, ilimitado, irrestrito.
A reparação civil é feita através da restituição das coisas ao estado anterior e mediante a reparação pecuniária.
A ofensa por dano moral não pode ser reparada senão pecuniariamente.
O Ministro do STJ CARLOS A. MENEZES assim se manifestou: “não há falar em prova do dano moral e sim prova do fato que gerou a dor, o sofrimento, sentimentos íntimos que o ensejam”.
PONTES DE MIRANDA foi fervoroso adepto da reparação por dano moral: os padecimentos morais devem participar da estimação do prejuízo. O desgaste dos nervos, a moléstia da tristeza projetam-se no físico, são danos de fundo moral e conseqüências econômicas.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
A ESCOLHA DE DEUS
As escolhas de Deus nunca são baseadas na competência ou nas habilidades dos homens. O grande legislador Moisés não foi separado pelo conhecimento que possuía, mas pela sua fidelidade. Davi não foi eleito pelo talento musical, por tanger bem o rebanho ou por exímio arremessador de funda, mas por ter um coração reto diante de Deus.
Ao pensar em alguém para substituir o sacerdote Eli, Deus falou: “Levantarei para mim um sacerdote fiel, que agirá de acordo com o meu coração e o meu pensamento”. Neemias, ao se preocupar com a segurança de Jerusalém, não priorizou guardas fortes para cuidar das portas da cidade. Ele responsabilizou pessoas íntegras. Ao ter os atos administrativos investigados no governo de Babilônia, nada encontraram de que acusar Daniel , pois em tudo era fiel ao rei e ao reino.
O Senhor, definitivamente, não se impressiona com gente elegante, inteligente, amável, competente, habilidosa ou fisicamente preparada. Ele se comove é com pessoas fiéis. À semelhança do Senhor Jesus, que foi fiel até a morte, esforcemo-nos por revestir nossa relação com Deus, como nossos familiares, com o Pastor, com os irmãos da igreja, com os colegas de trabalho...com o tecido alvo da fidelidade
Ao pensar em alguém para substituir o sacerdote Eli, Deus falou: “Levantarei para mim um sacerdote fiel, que agirá de acordo com o meu coração e o meu pensamento”. Neemias, ao se preocupar com a segurança de Jerusalém, não priorizou guardas fortes para cuidar das portas da cidade. Ele responsabilizou pessoas íntegras. Ao ter os atos administrativos investigados no governo de Babilônia, nada encontraram de que acusar Daniel , pois em tudo era fiel ao rei e ao reino.
O Senhor, definitivamente, não se impressiona com gente elegante, inteligente, amável, competente, habilidosa ou fisicamente preparada. Ele se comove é com pessoas fiéis. À semelhança do Senhor Jesus, que foi fiel até a morte, esforcemo-nos por revestir nossa relação com Deus, como nossos familiares, com o Pastor, com os irmãos da igreja, com os colegas de trabalho...com o tecido alvo da fidelidade
sexta-feira, 17 de junho de 2011
IRMÃO FRANCISCO PACHECO PASTOR E AMIGO
Fortunato
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