sexta-feira, 6 de maio de 2011

POLITICA

ESTA E À HORA DO ASSUNTO “POLITICA”
“O QUE NÃO CONSIGO ENTEDER DE IMEDIATO”
                                              
                   Primeiro, não consigo entender porque grupos que não têm o Espírito de Deus, quando chegam nessas épocas de eleições, se unem, apresentam seus candidatos, vãos as ruas, defendem suas idéias, mostram literalmente a cara, vestem a camisa e lutam incansavelmente pelo que desejam alcançar, dando-nos um exemplo de persistência.
                     Precisamos sim de mais ímpeto, disposição de partir sem medo e buscar os nossos ideais, mesmo que eles pareçam distantes de nós por qualquer que seja o motivo. Jamais podemos esquecer que Davi era apenas um jovem aparentemente indefeso e Golias, há! Golias! Era o “cara”, o terror do momento, mas com umas poucas pedras e determinação certa e segura, Davi mostrou que muito se pode fazer.
                     Segundo, levam candidatos apresentados por eles, que se comprometem, de modo que sendo eleitos, que na maioria das vezes o são, defendem as idéias dos seus grupos, independentes de opiniões contrárias.
                    Terceiro, na maioria dos casos são grupos pequenos e muitas vezes, ou melhor, nunca tem a importância que os evangélicos têm, mas, mesmo assim, lutam pelas suas idéias com todas as forças possíveis. Uma das palavras que deu força as idéias de Maquiavel no seu livro de alcance mundial intitulado “o príncipe”, foi que os fins justificam os meios.

                     Fica evidente que para nós cristãos isso não pode ser jamais da mesma forma, e que as nossas opiniões a esse respeito têm outra linha de entendimento, partindo-se mais para uma boa escolha. Essa escolha deverá envolver uma pessoa que tenha vocação para exercer esse tão árduo sacerdócio que é a política partidária, e que sobre tudo, tenha compromisso com Deus e com a Igreja que seve ao Senhor.         Entretanto, nós o povo de Deus, quando chega nesse momento, em que o país e a igreja mais precisam, então em vez de seguirmos a frente e nos unirmos, na hora “H” nos dividimos e constantemente perdemos. Na expressão de Lucas encontramos facilmente explicações porque somos muitas vezes derrotados dentro desse contexto.
                                                         
           
“E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz”, (Luc 16.8).
                     Sim, nos dividimos na maioria das vezes alegando que política não é coisa de cristão, que Deus não quer que o determinado irmão ou Irmã seja candidato (a) que ele (a) vai se corromper.  E assim vai uma serie de justificativas sem fundamentos, e na hora de solicitar a quebra de um imposto, uma taxa contributiva arbitrária, amenizar uma lei severa, solicitar o cancelamento de uma medida provisória  estranha contra a igreja, começamos a lamentar e rastejar novamente, porque não temos quem erga a voz por nós onde deveríamos ter um vereador, um prefeito, ou um deputado, um senador e um ministro cristão.
                      Geralmente, a nossa liderança enfrenta um verdadeiro desfile de candidatos, que aparecem nas igrejas quando se avizinham às campanhas e até fazem promessas que parecem verdadeiras. E uma boa quantidade deles, apresentados por irmãos, que sem consciência política alguma, já se compromete alegando que têm liderança e que podem levar esse ou aquele cidadão a uma vitória, muitas vezes por já ter negociado nas entrelinhas algumas pequenas coisas que nem vale apena expô-las.
                      É hora de entendermos que a igreja precisa ocupar espaços importantes no poder legislativo. Temos que ter representantes nas mais altas estâncias dos poderes. Um servo de Deus a serviço do público em geral, criado para servir, ao contrário de outros que lá estão que só servem a uns poucos. Só notamos as grandes dificuldades na hora que mais precisamos da doação de um terreno, da aprovação e assinatura de um acordo que vai beneficiar a comunidade, de reivindicar direitos Constitucionais promulgados direcionados para todos, quando só alguns se beneficiam.
                       Até pouco tempo esse assunto era considerando um tabu, porém é extremamente necessário, para alcançar os anseios da sociedade cristã, é bem verdade que a igreja não precisa da política para sua sustentação espiritual, pois essa coluna de sustentação é Cristo Jesus nosso Senhor, a nossa pedra de esquina, mas para sua administração e expansão geográfica, para implantação da sua estrutura patrimonial, para cumprimento de sua missão evangelizadora, obras sociais de grandes relevâncias e para cumprir os seus estatutos, é preciso ter espaço, que são abertos por homens de Deus nos lugares certo, abençoado a igreja.
                      Temos a grata satisfação de termos em nossa cidade, um vice-prefeito crente em Jesus e temos um prefeito temente a Deus. Como consequência, temos acompanhado a diferença no que diz respeito ao tratamento para com a igreja. Dessa forma, é possível ter a igreja sendo tratada com o respeito que ela merece. Vejamos o que diz a Palavra de Deus

“Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” (Jeremias 29: 11)

                          Deus tem pensamento de paz e quer que nós tenhamos o melhor, não só para nós, mas para os nossos filhos, pois este é um ano de escolhas e não de quaisquer escolhas, ou seja, escolhas que poderão mudar a nossa vida para melhor se for consciente, bem refletida.  Estamos seguros, sabendo que além de escolhemos certo, Deus cumprirá pensamentos de paz ao nosso respeito, pois ele só quer o melhor para o seu povo.

                            A política não e um bicho, é uma porta, e se no seu trinco estiver às mãos de um ou vários servos de Deus, esta porta vai está sempre aberta, e por ela sairá soluções para muitas coisas, pois bem aventurada é nação cujo Deus é o Senhor, e porque não dizer a cidade cujo representante é um servo de Deus, que é sustentado pelas orações e tem respeito da maior obra viva na face da terra, a igreja?
Pr. Antonio Fortunato
Telefone – (83) 8841-7502- 

terça-feira, 3 de maio de 2011

O QUE E SER PRESBITERO?????

ESTUDO PARA O MINISTÉRIO: OS PRESBÍTEROS






Verbete: ministro

[Do lat. ministru, 'criado, servo, servidor'.] S. m.

I. Ani, Título genérico para qualquer empregado ou funcionário público de nível mais elevado:

2. Aquele que executa os desígnios de outrem: medianeiro, intermediário, executor, Auxiliar:

3. Membro de um ministério, ministro de Estado.

4. Categoria diplomática abaixo da de embaixador.

S. Aquele que, em nome da Igreja, exerce certas funções sagradas, como pregar, administrar os sacramentos. 6. Pastor protestante.

7. Bras. Designação comum aos juízes do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal Militar, do Tribunal de Contas da União, do Tribunal Federal de Recursos e do Tribunal Superior do Trabalho.

S. Título de ministro de segunda classe. [V. carreira diplomática.] [Deprec.: ministrículo]



Verbete. Obreiro

[Do lat. operariu.1 Adj. e S. M. 1. Obrador. 2. V. operário.



Verbete: obrar

[Do lat. operarei V. t. d.

1 . Converter em obra; fazer, executar, praticar, realizar: 2. Construir, fabricar. 3. Produzir, fazer:

4. Maquinar, urdir; causar: V. int.

5. Fazer um trabalho; realizar uma ação; agir, trabalhar. 6. Proceder, agir, atuar.

7. Surtir efeito (um medicamento).



• 11 Ocorrências da Palavra obreiro: 1 Cr 4:21, 9.30; Sl 14.4; Sl 36.12; 53.4; Lc 10.2,7; 2 Co 11.13; Fp 3.2; 1 Tm 5.18; 2 Tm 2.15

• 39 ocorrências da palavra ministro: 1 Cr 16:4; 2 Cr 29:11; 34:20; Ed 7:24; 8:17; Sl 103:21; 104:4; Is 61:6; Jr 33:21; Ez 44:11; 45:4,5; 46:24; Jl 1:13; 2:17; Lc 1:2; 4:20; At 26:16; Rm 13:4,6; 15:8,16; 1 Co 3:5; 4:1; 2 Co 3:6; 6:4; 11:15,23; Gl 2:17; Ef 3:7; 6:21; Cl 1:7,23,25; 4:7; 1 Ts 3:2; 1 Tm 4:6; Hb 1:7; 8:2







DIFERENÇA ENTRE CARGOS MINISTERIAIS E DONS MINISTERIAIS



Biblicamente falando, existem cinco dons ministeriais relacionados em Ef 4.1 1: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores. Já os cargos ministeriais são dois: bispo/presbítero e diácono. Conforme a própria afirmação bíblica, os dons ministeriais são dados diretamente por Jesus Cristo para "o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo" (Ef 4.12) - um caráter mais instrutivo, portanto; já os cargos ministeriais possuem função estritamente administrativa (At 14.23; Tt 1. 5).





PRESBÍTERO



Líder da igreja. Os presbíteros se dedicavam à direção das igrejas, ao ensino da doutrina cristã e à pregação do evangelho. A palavra grega presbyteros quer dizer "ANCIÃO", mas era usada para os líderes cristãos sem referência à sua idade. Nos tempos do NT os presbíteros também eram chamados de BISPOS (At 20.17,28; I Tm 3.1-7; Tt 1.5-9).



Verbete: presbítero (Dicionário Aurélio)

[Do gr. presbyteros, 'mais velho', pelo lat. presbyteru. S. m.



1. Sacerdote, padre:

2. Superintendente da Igreja protestante; bispo, ancião



1 Timóteo 5:17,19; Tito 1:5; Tiago 5:14; 1 Pedro 5:1; 3 João v.1

No Antigo Testamento, os anciãos de Israel, do povo, ou da congregação, são freqüentemente mencionados. As sinagogas dos judeus eram normalmente governadas por um concílio de anciãos, sob a presidência de um "diretor da sinagoga", cujo oficio talvez fosse transmitido em rodízio, e o povo judeu inteiro estava sujeito ao Sinédrio, composto de setenta e um membros, no que tange às questões religiosas. Durante o período do Novo Testamento, o sumo-sacerdote era o presidente do sinédrio por dever do cargo. Uma organização semelhante foi naturalmente seguida pela Igreja Cristã, e o zaqen (ancião) do Antigo Testamento se tornou o presbyteros (na vulgata senior) do Novo Testamento.

Porém, embora o nome continuasse o mesmo, o conteúdo do oficio foi alterado. A visitação pastoral aos enfermos (Tg 5.14) é uma nova característica notabilíssima dos deveres do ancião cristão. Além disso, embora os anciãos judeus não fossem necessariamente pregadores, alguns de seus equivalentes cristãos labutavam na pregação da Palavra e no ensino da doutrina (1 Tm 5.17). A supervisão geral da congregação permaneceu como sua tarefa primária, e o verbo episkopein é empregado para descrever essa função, em 1 Pe 5.2. os anciãos da Igreja de Jerusalém recebiam dons em favor da comunidade (At 11.30) e participavam de concílios juntamente com os apóstolos (At 15.4,6,23; 16.4). Paulo e Bamabé ordenaram anciãos em todas as igrejas da Ásia (At 14.23); Paulo exortou a Tito para que fizesse outro tanto em Creta (Tt 1.5)- e os anciãos de Éfeso (At 20.17,28) também são chamados como episkopoi ou supervisares, pelo que se torna evidente que os nomes "presbítero" e "bispo" são intercambiáveis dentro do Novo Testamento.

Na Igreja Primitiva o termo presbítero também era intercambiável com o termo pastor, de tal maneira que a referência era ao mesmo cargo. Ele que é chamado presbítero ou ancião por causa da sua idade ou gravidade, também é chamado bispo ou inspetor com referência ao dever que está sobre ele (Tt 1: 5-7; At 20:17-28; Fp 1: 1) Mas, com o passar do tempo, esses três termos começaram a receber significados especiais, e passaram a ser distinguidos uns dos outros. No começo, por isso, não havia diferença entre um presbítero e um bispo (eram títulos diferentes para um mesmo oficio). Mas depois um presbítero podia desempenhar o papel de um bispo, se lhe fosse dada autoridade (temporária) para tanto.





BISPO



Dirigente da igreja cristã. Os bispos se dedicavam ao ensino da doutrina e à pregação do evangelho. Nos tempos apostólicos, o bispo cuidava de uma igreja local e era também chamado de PRESBÍTERO (At 20.17-28; 1 Tm 3.1-7; Tt 1.5-9; 1 Pe 5.1,2). Só mais tarde os bispos se tomaram responsáveis por um grupo de igrejas de determinada região. É tradução do termo grego evpi,skopoj (episkopos) em At 20.28; Fp 1.1; 1 Tm 3.2; Tt 1.7; 1 Pe 2.25. Ainda há o termo evpiskoph, (episkopé), “bispado” em At 1.20





QUALIFICAÇÕES DO PRESBÍTERO



considerações preliminares,



O Presbiterato é desejável (1 Tm 3.1). A Bíblia incentiva aos crentes desejarem exercer este ministério. São usadas duas palavras gregas aqui para desejar: ovre,gw (orégo - significando desejar no sentido de lutar por algo) e evpiqume,w ( epityméo - significando desejar no sentido positivo de desejar ardentemente algo, aspirar, buscar pelo qual se está apaixonado)

O Presbiterato é uma excelente obra (1 Tm 3.1). É mais do que uma simples obra; é uma obra excelente. Outras traduções dizem "tarefa nobre", "boa obra".



Temos agora as qualificações de um presbítero



Irrepreensível (1 Tm 3.2). Deve possuir um bom testemunho, servindo de exemplo ao rebanho. Conforme a Bíblia Na Linguagem de Hoje, "deve ser um homem que ninguém possa culpar de nada.

Marido de uma mulher (1 Tm 3.2). De acordo com o grego, uma refere-se a número. Ou seja: a advertência é que ele não imite o costume da época de se ter mais de uma esposa. Parece também indicar, pela exposição de Paulo em 1 Co 7, de que seria aconselhável ao presbítero não adquirir um segundo casamento caso ficasse viúvo.

Vigilante (1 Tm 3.2). Ou temperante, moderado - não pode ter vícios.

Sóbrio (1 Tm 3.2). Ou prudente nas suas atitudes. Também fala de uso de bom senso.

Honesto (1 Tm 3.2). Deve agir com honestidade tanto com os domésticos da fé quanto com os de fora. A palavra grega também significa modesto, simples, no sentido de ser alguém que se dá com todos indistintamente.

Hospitaleiro (1 Tm 3.2). Deve receber a todos com alegria em sua casa (Hb 13.2).

Apto para ensinar (1 Tm 3.2). não são apenas os mestres e pastores que possuem incumbência de ensinar - o presbítero deve estar bem familiarizado com a Bíblia. As três palavras formam uma só no grego - didática - mostrando a dedicação que se deve ter para tal serviço.

Não dado ao vinho (1 Tm 3.3). Deve abster-se de bebidas alcoólicas.

Não espancador (1 Tm 3.3). Conforme outras traduções, não pode ser briguento nem violento. Deve ser um modelo de pai e de esposo, não agredindo nunca fisicamente sua esposa e filhos.

Não cobiçoso de torpe ganância (1 Tm 3.3). Não deve ser cobiçoso nem possuir torpe ganância - não deve ter uma ambição desmedida. Deve possuir um trabalho honesto, pelo qual obtenha uma justa remuneração. Devem abominar o lucro ilícito.

Moderado (1 Tm 3.3). Ou cordato, que é uma tradução melhor, no sentido de que deve ser uma pessoa gentil, amável, tolerante (com as pessoas, não com o pecado), longânimo, a exemplo do próprio Jesus (2 Co 10.2 - a mesma palavra grega é aqui usada).

Não contencioso (1 Tm 3.3). Conforme outras traduções, deve ser inimigo de contendas e deve ser pacífico.

Não avarento (1 Tm 3.3). Conforme o grego e algumas traduções, não deve amar o dinheiro (Mt 6.24; Lc 16.13 - Mamom também é traduzido como "riquezas").

Deve cuidar da Igreja como se estivesse cuidando da sua própria família (1 Tm 3.4,5). Aqui fica bem claro que se não possui capacidade de cuidar da própria família, igualmente não tem capacidade de administrar a Igreja de Deus (v. 5). O sentido de governar não é o de fazer o que bem entende - e sim ter o senso de responsabilidade, direção, superintender, dar a devida atenção, ser protetor e guardião. Quanto aos filhos, de acordo com a Bíblia na Linguagem de Hoje, "saber educar os seus filhos de maneira que eles lhe obedeçam com todo o respeito".

Não neófito (1 Tm 3.6), ou seja, alguém que não seja convertido a pouco tempo. A razão apresentada é "para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo". Existe o perigo para o novo convertido em ver de maneira errada o objetivo de seu ministério. A seriedade do perigo é tratada comparando-se ao pecado de Lúcifer: "não deve ser alguém convertido há pouco tempo; se for, ele ficará cheio de orgulho e será condenado como o Diabo foi" (Bíblia na Linguagem de Hoje).

Que tenha bom testemunho dos que estão de fora (1 Tm 3.7). O testemunho dos que não são crentes também conta - e não apenas da Igreja. E isto "para que não caia em afronta e no laço do diabo" ou conforme outra tradução, "para que não fique desmoralizado e não caia na armadilha do Diabo".

Que tenha filhos fiéis (Tt 1.6). Ou crentes, conforme outras traduções- deve esforçar- se para que todos os seus filhos sejam crentes, mas nunca obrigá-los (Zc 4.6). Uma cuidadosa educação e fervorosas orações são recomendáveis para esse fim.

Que não possam ser acusados de dissolução (Tt 1.6). Não podem viver dissolutamente. O que é dissolução? É cometer atos sem preocupar-se com as conseqüências - o que lhe importa é o aqui e o agora. Veja o triste exemplo do filho pródigo (Lc 15.13). Conforme a Bíblia na Linguagem de Hoje, não podem ter fama de maus.

Não desobedientes (Tt 1.6). Não podem ser insubmissos ou insubordinados.

Deve ser irrepreensível como despenseiro da casa de Deus (Tt 1.7). Deve ter responsabilidade com o trabalho de Deus. A palavra despenseiro aqui no grego (oivkono,moj - oikonomos) também é traduzida em outras passagens como mordomo (Lc 12.42; 1 Co 4.1,2; 1 Pe 4.10). Somos mordomos das coisas de Deus.

Não soberbo (Tt 1.7) - ou seja, não pode ser orgulhoso - ver também Jó 26.12; SI 19.13; 138.6; Pr 8.6; Ez 21.26; Tg 4.6; 1 Pe 5.5.

Não iracundo (Tt 1.7). Isso quer dizer que não pode ter ira no coração. A Atualizada traz "não irascível", que quer dizer "não irritável", "não encolerizável". O presbítero não pode ser inclinado à ira, de temperamento explosivo, nem ”ter mau gênio".

Amigo do bem, justo, santo e temperante (Tt 1.8). Deve zelar por tudo o que é bom e o que representa o bem; deve ser justo em todas as suas atitudes e decisões; deve viver uma vida de santidade; e deve saber controlar-se a si mesmo.

Reter firme a fiel palavra (Tt 1.9). A Atualizada explica melhor: "apegado à palavra fiel". Precisam preocupar-se em pregar somente aquilo que está de acordo com a Palavra, evitando ensinar o que não convém (Tt 1.11), não inventando "fábulas" e nem se comprometendo com mandamentos humanos que estão em aberto conflito com a Bíblia (Tt 1.14). Assim, estará apto tanto para admoestar com a sã doutrina (a Igreja) como para convencer os contradizentes (tantos os de dentro como os de fora).

Não pode ser escolhido precipitadamente (1 Tm 5.22). Deve-se seguir estritamente a orientação do Senhor, para que não haja posteriores prejuízos ao bom andamento da obra.

"Não desprezes o dom que há em ti" (1 Tm 4.14). Isto mostra que embora o presbiterato não esteja incluído diretamente entre os dons ministeriais, é um dom no sentido de ser um presente do Pai o simples privilégio de estarmos exercendo esta obra excelente (1 Tm 3. 1).



Aqui vale uma última observação concernente à imposição de mãos. Existem 25 menções a este ato em o Novo Testamento (Mt 9.18- 19.13, 1 5 Me 5.23;. 6.5; 7.32; 8.23,25; 16.18 Lc 4.40; 13.13 At 6.6- 8.17 - 19; 9.12,17- 13.3- 19.6; 28.3,8 1 Tm 4.14; 5.22 2 Tm 1.6 Hb 6.2). Principalmente nos evangelhos estava relacionado a curas. Em Atos está mais relacionado a oração pelo batismo com o Espírito Santo. Em Hebreus 6.2 está relacionado como um dos preceitos importantes do Cristianismo. Mas somente nas epístolas encontramos uma referência clara ao ato de ordenação. Era algo feito pelos presbitério (1 Tm 4.14; 2 Tm 1.6), como símbolo da investidura para o cargo (1 Tm 5.22). Presbíteros (e conseqüentemente pastores) eram consagrados por imposição de mãos (1 Tm 4.14; 2 Tm 1.6), e também missionários para o campo (At 13.3) e até mesmo diáconos (At 6.6).







ESTUDO PARA OS DIÁCONOS



DIÁCONO é uma forma aportuguesada da palavra grega dia,konoj (diaconos), significando um "corredor" (parece derivar de um antiga raiz que significa correr), daí “mensageiro", "servo". Na Antiga Grécia, era um termo que denotava um escravo especial, geralmente não nascido nesta condição, mas aprisionado em guerra. Eram escravos de confiança, treinados para trabalhos mais refinados, como servir à mesa de seu senhor, executando fielmente o seu querer - principalmente fora de sua presença. Por isso, passou a referir-se ao especialista em atender às mesas - o moderno "garçom". Embora em português apareça apenas quatro vezes, esta palavra grega está presente 29 vezes em 27 versículos do Novo Testamento, sendo 15 vezes traduzida por "ministro", 4 vezes por “servo", 2 vezes por "empregado", 1 vez pelo verbo servir, e 2 vezes por "serviçal" (veja lista completa no final da apostila). Assim, embora Paulo seja um apóstolo, ele valoriza o serviço diaconal designando-se a si mesmo "diácono" (2 Coríntios 6.24 e Efésios 3.7, que em português foi traduzido "ministro"). O próprio Jesus Cristo, chamado de Bispo (ou seja, presbítero) de nossa alma (1 Pe 2.25), mostrando assim a importância do presbítero, também valoriza o diaconato quando é chamado no grego "diácono da circuncisão" (Romanos 15.8 - em português traduzido como "ministro da circuncisão"). Os apóstolos também declaram que o diaconato é um "importante negócio" (At 6.3). É possível que os “socorros", que figuram em 1 Coríntios 12.28, incluam os diáconos.

Por um longo período tinha existido um sentimento de ciúme mútuo entre os "Hebreus," ou judeus propriamente ditos, que falavam a língua sagrada da Palestina, e os "Helenistas," ou judeus de fala grega, que haviam adotado a língua grega, e liam a versão Grega (Septuaginta) da Bíblia ao invés da Hebraica. Esse ciúme apareceu cedo na comunidade cristã. Era alegado pelos Helenistas que suas viúvas eram esquecidas na distribuição diária de donativos. Os apóstolos conseqüentemente recomendaram os discípulos a procurarem por sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo, e homens de comprovada sabedoria, que encarregariam-se totalmente dessa distribuição, liberando-os para se dedicarem inteiramente às funções espirituais do seu oficio (At 6:1-6). Isto foi então feito. Sete homens foram escolhidos, que aparentavam pelos seus nomes ser Helenistas. O nome "diácono" não é aplicado a eles em nenhum lugar do Novo Testamento; eles são simplesmente chamados "os sete" (At 21:8). O oficio deles era primeiramente secular, porém tornou-se posteriormente também espiritual; entre outras qualificações eles também precisavam estar "aptos a ensinar" (1 Tm 3:8-12). Tanto Filipe como Estevão, que eram dos "sete", ensinavam; eles faziam o “trabalho de evangelistas" (At 6. 1; At 21. 8; 1 Tm 3. 8).





Temos a seguinte lista de qualificações para os diáconos:



Boa Reputação (At 6.3). Conforme o grego, isso quer dizer que deveriam ter um bom testemunho cristão.

Cheios do Espírito Santo (At 6.3). Deveriam ter sido participantes da experiência pentecostal, assim como fora com os apóstolos. Em outras palavras, batizados com o Espírito Santo. Embora este requisito não esteja alistado para os presbíteros, devemos considerar três coisas: 1) é bênção necessária para todos os crentes, independente de exercer ou não o ministério; 2) o apóstolo Pedro declara também ser presbítero, e era batizado com o Espírito Santo (1 Pe 5.1 comparado com At 2); 3) se pensarmos que possivelmente os presbíteros consagrados já haviam sido diáconos, eles já eram batizados com o Espírito Santo.

Cheios de Sabedoria (At 6.3). Conforme colocado pelo versículo, seria ação direta da atuação do Espírito Santo. Esta sabedoria, além de espiritual, precisava ser terrena, para que eles pudessem lidar com as questões práticas do dia a dia. Isto inclui sabedoria para administrar, lidar com murmurações, finanças - apresentando habilidade portanto para soluções práticas.

"Semelhantemente..." (1 Tm 3.8). Isto mostra que, embora muitos considerem o ofício diaconal sem muita importância, o mesmo que é exigido de presbíteros e pastores é exigido dos diáconos. O fato de exercerem o diaconato não quer dizer que serão menos espirituais.

Honestos (1 Tm 3.8). Ou respeitáveis: não conseguirão respeito se não forem honestos.

Não de língua dobre (1 Tm 3.8). Ou de uma só palavra. Veja Mateus 5.37, 2 Coríntios 1.17 e Tiago 5.12. Na administração, é necessário possuir o mesmo falar com todos.

Não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância (1 Tm 3.8). O mesmo já dito acerca dos presbíteros. Talvez seja repetido para enfatizar algo de suma importância. "Não cobiçosos", junto com "não avarentos" (1 Tm 3.3), mostra que seria necessário serem dízimistas para darem o exemplo.

Guardar o mistério da fé (1 Tm 3.9). O diácono deve ser alguém de profundas convicções cristãs; além disso, deve zelar pela boa doutrina. Conforme a Bíblia Na Linguagem de Hoje "Eles devem se apegar à verdade revelada da fé". A exemplo de Estêvão e Filipe, deve estar de tal maneira familiarizado com a Bíblia que também esteja apto a ensinar.

Pura consciência (1 Tm 3.9). Ou uma consciência limpa. Aqui o texto é bem claro: não pode ter uma consciência "pesada", atormentada por culpas de alguma espécie. E, completando a primeira parte do versículo, deve ter a fé cristã de maneira pura, não usando o evangelho para fins próprios.

Devem passar por um período de experiência (1 Tm 3.10). Antes da consagração, devem passar um período em observação. A palavra grega para "provados" aqui fala de provar como a metais. A criação dentro da Assembléia de Deus do cargo de Auxiliar de Trabalho atende bem este propósito. Note que requer-se serem irrepreensíveis, para depois então servirem.



Em 1 Timóteo 3.12 enfatiza-se duas qualidades já ditas anteriormente para os presbíteros: serem maridos de uma mulher e chefes de família exemplares. Conforme 1 Tm 3.2, "uma" refere-se a número, e não à necessidade de ser casado. Isto abre precedente para que o diácono possa ser consagrado solteiro. E, assim como o presbítero, que "governem bem seus filhos e suas próprias casas". São prometidas bênçãos para os que exercerem com probidade o diaconato - incluindo a possibilidade de exercer o presbiterato. Portanto devem ser dedicados (Rm 12.7; 1 Pe 4.1 1).



DIACONISAS (Rm 16.1,3,12; Fp 4.2,3; 1 Tm 3.11; 5.9,10; Tt 2.3,4)





Nessas passagens é evidente que mulheres estavam então engajadas em vários serviços cristãos. Porém em Rm 16.1 o texto grego diz literalmente que Febe era diakonos da Igreja em Cencréia, título este que nossa versão portuguesa traduz "que está servindo", mas com maior probabilidade deve ser traduzido diaconisa, como fazem algumas traduções (em português: A Bíblia na Linguagem de Hoje, a margem da Versão Revisada, e a Bíblia de Jerusalém; e as traduções estrangeiras - a inglesa Revised Standard Version, a italiana La Nuova Didati (1991), a versão revisada francesa de Louis de Segond e a espanhola Reina-Valera revisão de 1960).

Plinio faz menção a elas em sua carta a Trajano (110 A.D.): sendo governador da Bitínia, relata como interrogara, sob torturas, a duas servas que eram chamadas diaconisas, a respeito de ritos cristãos. O certo é que pelos fins do século III d.C. já havia uma ordem bem definida das diaconisas, um oficio formal. Epifânio, que viveu entre os anos 315 e 403 d.C., bispo de Constância (Salamina), capital da ilha de Chipre, dá o seguinte testemunho: "Embora exista uma ordem de diaconisas na Igreja, elas não atuam em serviços sacerdotais, nem fazem qualquer coisa dessa categoria. Antes, devido à modéstia do sexo feminino, elas ajudam por ocasião do batismo, ou na inspeção de casos de enfermidade, ou de sofrimentos, e quando o corpo de alguma mulher tem que ser exposto, para que não seja visto pelos homens oficiantes. Este só é visto pelas diaconisas, que é dirigida pelo sacerdote para examinar a mulher, quando seu corpo é despido" (Adv. Haer. 3.2,79). No Oriente, a partir do século VIII d.C., o ofício das diaconisas começou a desaparecer. No Ocidente, não há qualquer menção a diaconisas depois do século XI - o ofício das diaconisas foi paulatinamente substituído pelo oficio das freiras enclausuradas. No meio evangélico houve um reavivamento desse oficio no século XIX, tornando-se popular entre luteranos, anglicanos, metodistas e presbiterianos.

Embora 1 Timóteo 3.11 tenha sido interpretado como instruções à esposa do obreiro, na verdade aqui também temos as qualificações requeridas para as diaconisas. Devem ser honestas (ou respeitáveis, conforme outra tradução), a mesma requerida pelos diáconos (1 Tm 3.8); não maldizentes, ou melhor, não caluniadoras, nem acusadoras, nem faladeiras (aqui é usada no grego a palavra diabo,louj (diabolous), derivada de dia,boloj (diábolos) - diabo, palavra grega que quer dizer "acusador"; a exortação é para não ser igual ao diabo, acusador!); sóbrias (ou temperantes), a mesma requerida para os presbíteros (1 Tm 3.2); e fiéis em tudo - tanto ao marido, à sã doutrina, às autoridades eclesiásticas, etc....



dia,konoj (diakonos – 29 vezes em 27 versículos)





Mt 20.26; 22.13; 23.11; Mc 9.35; 10.43; Jo 2.5,9; 12.26; Rm 13.4; 15.8; 16.1; 1 Co 3.5; 2 Co 3.6; 6.4; 11.15,23; Gl 2.17; Ef 3.7; 6.21; Fp 1.1; Cl 1.7,23,25; 4.7; 1 Tm 3.8,12; 4.6



Na Almeida Revista e Corrigida, este termo grego aparece:

4 ocorrências na Almeida Corrigida da palavra diácono, 3 sendo tradução literal da palavra grega diakonos (Fp 1.1; 1 Tm 3.8,12) e um versículo (1 Tm 3.13) sendo tradução do verbo diakone,w (diakoneo), “servir”.

15 vezes traduzido por ministro (Rm 13.4; 15.8; 1 Co 3.5; 2 Co 3.6; 6.4; 11.15,23; Gl 2.17; Ef 3.7; 6.21; Fp 1.1; Cl 1.7,23,25; 4.7; 1 Tm 4.6)

4 vezes traduzido como servo (Mt 22.13; 23.11; Mc 9.35; Jo 12.26)

Uma vez traduzido pelo verbo servir (Rm 16.1)

2 vezes traduzido por empregados (Jo 2.5,9)

2 vezes traduzido por serviçal (Mt 20.26; Mc 10.43)





Se tem uma coisa que tem me incomodado bastante é a "consagração de obreiros". Tenho observado a maneira como ela acontece e a luta de cada pastor para apresentar o maior número possível de novos obreiros para serem consagrados.

Em consequência disto tenho observado o quanto os crentes aspiram uma consagração ou uma ascenção ministerial, como se isso já fosse a nossa coroação na glória.

Mas, o que me incomoda é exatamente a questão QUANTIDADE X QUALIDADE.

É justo o que estamos assistindo no Reino de Deus? É justo que tenhamos em cima de nossos púlpitos tantas pessoas totalmente despreparadas para a função para a qual foi consagrada? É justo que alguém ascenda ministerialmente somente por ser "chegado" do pastor?

Se você acha que estou exagerando, analise comigo. Façamos uma entrevista com cem presbíteros e perguntemos a cada um se ele encontra-se preparado para ministrar uma cerimônia fúnebre, ou uma cerimônia de casamento, ou um noivado, ou uma Santa Ceia, ou dar um estudo bíblico no culto de doutrina na nossa igreja sede numa eventual ausência do Pastor Presidente.

Perguntemos ainda aos pastores que estão apresentando fulanos e beltranos para serem consagrados a presbítero ou a evangelista se eles confiam em dar o púlpito no culto de domingo para qualquer um desses obreiros que foram recém-consagrados; se eles escalariam um desses novos presbíteros para darem um culto de doutrina ou se eles pediriam a qualquer um desses presbíteros para darem o estudo bíblico na próxima reunião mensal de obreiros...

Meus irmãos em Cristo Jesus, eu acho isto muito sério. Eu mesmo já fui interrogado por um diácono sobre o que é ser um presbítero e quais as funções e prerrogativas de um presbítero e eu quis saber o porquê da pergunta, ao que ele me respondeu que estaria sendo consagrado a presbítero daqui a uma semana e nem sequer havia pregado uma pregação oficial em toda a sua vida cristã. Ele me disse que nunca havia sido professor de uma classe na Escola Dominical e que nunca tinha dirigido um culto de domingo em sua igreja... Pasmem! Ele foi consagrado a presbítero mesmo tendo ouvido meu conselho que não aceitasse essa consagração feita à machado!!!

Afinal de contas, o que é ser um presbítero?

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Pr, Fortunato
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E-mail  prfortunatofarias@hotmail.com

terça-feira, 26 de abril de 2011

ESTUDO BÍBLICO

ESTUDO BÍBLICO PARA DIÁCONO

O DIÁCONO E O SEU RELACIONAMENTO COM O PÚBLICO



INTRODUÇÃO:
O diácono da Igreja primitiva tinha inicialmente, o seu Ministério, geralmente afeto à área da assistência social (Atos 6). “Muitas de nossas igrejas laboram também na assistência social, atendendo os domésticos da fé mais carentes, trabalho este, nem sempre efetuado com a ajuda do DIÁCONO. O trabalho do diácono é muito diversificado na igreja de hoje; ele serve como: Porteiro, Professor da EBD, Acomodador, Recepcionista, Auxiliar na distribuição da Santa Ceia do Senhor, e de outras atividades que variam de região para região”.


CARACTERÍSTICAS BÍBLICAS DOS DIÁCONOS


A – De acordo com Atos 6.16


1 – Moralmente equipados – “de boa reputação”:


Reputação é aquilo que os outros pensam e dizem de nós


1.1 Reputação no seio da igreja.


1.2 Reputação no seio da família


1.3 Reputação no seio da sociedade;


2 - Espiritualmente equipados – “cheios do Espírito Santo”:

Ser cheio do Espírito requer ser regenerado pelo Espírito


2.1 Cheio do Espírito significa ser batizado com o Espírito Santo


2.2 Cheio do Espírito significa ser renovado no Espírito Santo


2.3 Cheio do Espírito significa produzindo o “fruto” do Espírito;



3 – Mentalmente equipados – “cheios de sabedoria”.


Há uma grande diferença entre sabedoria e conhecimento


3.1 O diácono precisa ter sabedoria recebida do Espírito


3.2 O diácono precisa ter sabedoria baseada na Palavra de Deus


3.2 O diácono precisa ter sabedoria prática (aptidão para tomar decisões);


B – De acordo com I Timóteo 3.8 a 13


1- Honesto e sábio nas decisões (muitas vezes lidará com o dinheiro da Casa do

Senhor).
2- Não de língua torpe (não pode ser murmurador, mesquinho, hipócrita, e praticar a

DISCRIÇÃO).
3- Temperante.


4- Bom mordomo das possessões (capacidade espiritual para ajudar a administrar o

que não é seu).


5- Primeiramente testado para o cargo (não pode ser um neófito, é uma

confirmação).
6- Homem de fé (deve valorizar o seu trabalho à luz da Palavra de Deus).


7- Irrepreensível (perante a igreja, a família e o mundo).


8- Monógamo (casado com uma só mulher e não abandone sua esposa).


9- Chefe de família modelar (cada pessoa escolhida para o diaconato, deve

demonstrar ser um bom administrador, cuidando bem da sua casa; então poderá

cuidar da de DEUS).



REQUISITOS BÁSICOS PARA O OFICIO DE DIÁCONO

  1. SER VOCACIONADO: O que faz válido um oficio de diácono é a vocação, de modo que ninguém
  2. pode executá-lo correta e ordenadamente sem haver sido chamado antes por Deus. A
  3. escolha do diácono é uma evidência de que Deus vocacionou aquele irmão para este oficio.


  4. 2.SER DISCÍPULO DE JESUS CRISTO: Os diáconos eleitos pela igreja são escolhidos entre os discípulos de Jesus Cristo (Atos 6:1,3).


3. TER BOA REPUTAÇÃO: O diácono precisa e deve ter o reconhecimento perante a igreja e a sociedade de uma vida digna (Atos 6:3).


4. SER CHEIO DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS: Como todo o bom cristão, o diácono precisa e necessita ser cheio do Espírito Santo, para desempenhar as suas atividades dignamente, demonstrando alegria, paz, amor longanimidade e mansidão etc...


5. SER UM CRISTÃO RESPEITÁVEL: O diácono deve ter um procedimento sério, digno de todo respeito e admiração por parte de todos na igreja.


6.SER CHEIO DE SABEDORIA: Sabedoria concedida pelo Espírito Santo para saberem como resolver os problemas que existem e os que surgirem.


7. TER UMA SÓ PALAVRA: Não deve ser um difamador ou mexeriqueiro, não deve ser alguém que pense uma coisa e diga outra totalmente diferente, não deve ser uma pessoa que diz uma coisa para uma pessoa e algo diferente para outra.


8. DEVE CONSERVAR O MINISTÉRIO DA FÉ COM A CONSCIÊNCIA LIMPA: O diácono deve conservar-se firme na revelação graciosa de Deus, com a consciência pura, sem contaminações intelectuais, espirituais e morais (II Tm 3:9).


9. NÃO COBIÇOSOS DE SÓRDIDA GANÂNCIA: O diácono não pode ser alguém que lucra desonestamente. O lucro em si não é pecaminoso, contudo ele pode se tornar vergonhoso se sua obtenção passa a ser o nosso objetivo primário, em detrimento da glória de Deus.


10.SEJAM PRIMEIRAMENTE EXPERIMENTADOS: A conduta do diácono deve ser tão boa que ninguém tenha do que o acusar. Este reconhecimento deve ser por parte da igreja e também da sociedade. Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se (eles) se mostrarem irrepreensíveis, que exerçam o diaconato (I Tm 3:10).
SE CADA DIÁCONO FOR UM MODELO NA CASA DE DEUS, TODOS O APROVARÃO.


QUALIDADES EXTRA BÍBLIA DO DIÁCONO

Além das qualidades exigidas pela Bíblia Sagrada já citada, o DIÁCONO, pelo fato de exercer seu ministério em contato direto com as pessoas, deve atentar para as seguintes observações:


REGRAS DE CONDUTA

1 – Apresentação pessoal

(cuide-se, pois a primeira impressão é que fica).

2 – Comportamento

(condizente com a sua posição de obreiro).

3 – Linguagem

(não seja pesado de língua e, cuidado com as gírias).

4 – Gentileza

(gentileza gera gentileza).

5 – O valor de um sorriso

(sorrir: move 14 músculos e, carrancudo: movem 72 músculos).

6 – Apresentação

(I Cor. 6.19 a 20).

7 – Cumprimento/Saudação

(saudar como é de costume dos santos, e educação é uma obrigação)

8 – Atender bem aos visitantes



Os dez mandamentos das Relações Humanas
1 – Fale com as pessoas
2 – Sorria para as pessoas
3 – Chame as pessoas pelo nome
4 – Seja um amigo prestativo
5 – Seja cordial
6 – Interesse-se sinceramente pelos outros
7 – Observe os sentimentos dos outros
8 – Saiba considerar os sentimentos dos outros
9 – Preocupe-se com os sentimentos dos outros
10- Preocupe-se em apresentar-se um excelente amigo




SINOPSE DO ASSUNTO ESTUDADO

- Para que existem os diáconos?

para que na Igreja, os trabalhos materiais sejam feitos por pessoas espirituais;

para que os ministros tenham mais disponibilidade no serviço ministerial;

para que o suprimento da obra de Deus seja efetiva.


-Tarefas:
assistência aos órfãos e viúvas;

administração da assistência social;

manutenção da ORDEM na Casa de Deus:

distribuição da Ceia do Senhor e outras...


NORMAS E ATRIBUIÇÕES PARA CADA SETOR DO TEMPLO QUE DEVEM SER EXECUTADAS PELOS DIÁCONOS, ANTES, DURANTE E APÓS OS CULTOS:


O diácono deve ser sempre o primeiro a chegar e o último a sair.

Parte Interior do Templo


1.1 Ao chegar abrir a igreja
e verificar se está tudo em ordem, se não estiver, organizá-la.
1.2 Para isto, procure chegar sempre antes dos cultos começarem;

1.3 Verificar se as cadeiras do púlpito estão arrumadas;


1.4 Verificar se os bancos ou cadeiras estão posicionados e alinhados
corretamente,
principalmente após reuniões especiais (casamentos, seminários, etc.);

1.5 Ficar à porta recepcionando os irmãos e visitantes que forem chegando,tratando-os muito bem para que possam retornar, esteja sempre alegre e cheio do Espírito Santo.



1.6 Acionar o serviço de Som, caso o encarregado da sonotécnica não se encontre presente;



1.7 Acionar os seus colegas que, tendo sido escalados para darem assistência neste setor, não se encontrem em suas respectivas posições;


1.8 Providenciar antecipadamente água para o Pastor, Pregador ou outro, conforme solicitação. Evite transtornos de última hora;


1.9 Posicionar antes do culto os envelopes de ofertas, de maneira que sejam facilmente utilizadas, no momento do recolhimento das mesmas;



1.10 Sempre que for recolhida uma oferta, trazer os envelopes imediatamente ao local de origem para pronto emprego;



1.11 Quando for solicitado para recolher as ofertas, lembre-se de posicionar-

se corretamente, com um sorriso sincero no rosto e dizer: Deus te abençoe!

Ou ainda: Deus te prospere, ou aquilo que o Espírito lhe tocar em dizer;



1.12 OFERTAS VOLUNTÁRIAS, destinadas ao púlpito, devem primeiro passar pela Tesouraria que enviará o recibo e o motivo da oferta.

PÚLPITO NÃO É LUGAR DE DINHEIRO!



1.13 Durante a oração, não feche seus olhos. Fique atento a movimentos ou elementos suspeitos: VIGIAI E ORAI!



1.14 O diácono que por ventura esteja escalado para ficar próximo ao púlpito,

procure manter contato VISUAL com o Pastor e ou Dirigente e seus colegas,

para que sejam evitados movimentos desnecessários;



1.15 Evite subir o púlpito para levar mensagens, recados ou pedidos de oração. Quando possível, entregue ao diácono ou obreiro mais próximo, que

pela lateral do púlpito, transmitirá disfarçadamente a quem é de direito;

1.16 O lugar do diácono na igreja é no meio do povo, observando e atedendo-os quando solicitado, ou conforme as necessidades;

NOS DIAS DE SANTA CEIA DO SENHOR

2.1 Procure saber se o pão, o vinho e o material necessário já foram providenciados. Certifique-se disto. Não espere que o colega faça tudo sozinho!

2.2 Verifique o local, a limpeza, toalhas e sabonete onde os ministros lavarão as mãos;

2.3 Lembre-se da posição correta, conforme for estabelecido pelo PASTOR, na hora em que for receber o pão ou vinho para a distribuição;



2.4 Não retire da mesa o pão ou o vinho. Isto é feito pelos Ministros, que lhe entregarão, sempre que necessário;



2.5 Providenciar a limpeza dos cálices e material usado na Santa Ceia;



2.6 Recolher e entregar as toalhas de mesa ao encarregado (a) das mesmas;



2.7 Esteja sempre atento. Procure sempre corrigir as coisas que estão fora do seu devido lugar. Ajude a manter a ordem na Casa do Senhor, isto lhe fará bem!

2.8 Desenvolva o senso de observação;



2.9 Lembre-se, estas atitudes devem ser observadas em qualquer atividade de nossa igreja;

2.10 Ao servir a Ceia do Senhor ‘a algum irmão (ã), diga os dizeres padronizados pelo

PASTOR ou DIRIGENTE. Ex: “ Tomai e comei, fazei isto em memória de mim!”


Parte Exterior do Templo



3.1 Verifique e acione seus colegas que por algum motivo não esteja em suas atividades conforme a designação de atividades diaconais, que sempre consta num

QUADRO DE AVISOS;



3.2 Supervisione os setores laterais, onde casais jovens e adolescentes costumam ficar conversando, namorando etc. Educadamente, conduza-os ao Culto;



3.3 Fique atento quanto a elementos suspeitos, que durante o culto, rodem o Templo. Eles são facilmente identificáveis. Caso isto ocorra, os mesmos devem ser seguidos por dois ou mais diáconos, para que entendam que estão sendo vigiados;



3.4 Procure não levar problemas para os obreiros. Procure primeiro soluciona-los. Faça isto somente em último caso, ou quando sua COMPETÊNCIA ESGOTAR-SE!

3.5 Nunca leve problemas ao PASTOR sem que antes comunique o fato a um obreiro;

3.6 Controle com carinho, o fluxo de crianças no corredor e áreas adjacentes, canalizando-as às suas salas quando na EBD; Nos cultos normais leve-as ao Culto das Crianças ou conduza-as ao Culto na igreja;

3.7 Trate bem as crianças! Se não levar jeito para tal, procure evitar transtornos. Procure os pais das mesmas;


3.8 No estacionamento, evite ficar sozinho, devem sempre ser designados dois ou mais diáconos;

3.9 Procure ser gentil com as pessoas que porventura estacionem em lugares não apropriados. Caso se aborreçam, deixe-as onde estiverem;


APÓS AS ATIVIDADES:

•Recolhe hinários, pastas e papéis que ficarem sobre as cadeiras, deixando-os já prontos organizados para os próximos cultos ou trabalhos na igreja.
•Apagar as luzes dentro e fora da igreja, desligar ventiladores etc.
•Fechar a igreja corretamente depois que todos saírem.


Havendo dado o exemplo do que é ser servo, Jesus Cristo chamou os discípulos para o caminho do serviço (Jo 13.14, 15). Esse é o significado do título desta reflexão, palavra que criamos com o verbo "diaconizar", agir como diácono, como servo.


“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para o homem” (Cl 3:23). “E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribui a cada um segundo as suas obras” (Ap. 22:12). Que Deus lhe abençoe.


OBEDEÇA HOJE PARA SER OBEDECIDO AMANHÃ!
“PROCURE APRESENTAR-SE A DEUS, COMO OBREIRO APROVADO E QUE MANEJA BEM A SUA ESPADA”


Endereço para convite:

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terça-feira, 19 de abril de 2011

MINISTÉRIO O GRANDE SEGREDO DA VIDA!

                        Quando Jesus iniciou seu ministério terreno, entendeu e logo teve a brilhante idéia de fazer algumas convocações, de algumas pessoas, que mais trade ganharam o nome de Discípulos de Jesus.  Nesta composição Jesus teve o maravilhoso cuidado de escolher pessoas de áreas diferenciadas, por que não dizer profissionais de diversos ramos profissionais.
                        Surgem então pescadores, contadores e outros que se juntaram nesta grande e importante missão, com afinco de realizá-la sem nenhum termo ou medo de ser feliz. Ora estava tendo obviamente ali o inicio de uma equipe invencível a serviço do rei dos Reis, e isso foi maravilhoso, principalmente porque Jesus era oi companheiro nas grandes e pequenas missões empreendidas pelo Senhor.
                        Claro, era o grande momento, uma grande historia estava começando e o maior ingrediente desta historia que se iniciava, tratava-se da disseminação da maior novidade e boas novas o (Evangelho de Jesus). Logo em seguida nascem às grandes oportunidades de implantação d igrejas. Mas, para isso era necessário o material humano, porem isso não era problemas o numero dos fieis que começavam a crer, era suficiente para iniciar o grande mistério.
                        Começa a grande busca na composição do Ministério. Com isso muitos foram experimentados, na escolha para o Diaconato, foi emitida uma regra, onde se ler:
Escolhei, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negocio (Atos. 6.3).
                        Tem inicio com a separação de sete homens o primeiro degrau do santo ministério. Com isso novas composições surgem, e claro que a regra, tem sofrido ao longo do tempo algumas alterações.  Primeiro ninguém quer ser mais diácono e sim pastor já direto, sem precisar passar pelos requisitos aqui exigidos.  Em segundo lugar não se ora mais para separa, isso me parece que estar funcionando mais na base da condição, posição social e por amizade.
                        De forma que normalmente as demais regras como: boa reputação há isso e que não tem mesmo sido observado, ora se o critério moderno elimina a oração então para que serve a boa reputação? Cheio do espírito e outra grande duvida do momento, não por parte do Espírito, mas por parte de quem faz a escolha, pois pelo que entendemos a escolha mudou de lugar.
                        E óbvio, que ainda existem as exceções, porem cada vez, mas raras. Vejamos a expressão no texto. “para este importante negocio”. Baseado nesta afirmação, e fácil entender que ser um diácono não e qualquer coisa e ser chamado por Deus para executar uma importante tarefa no seu reino e ministério. E, mais quase ninguém valoriza os nossos diáconos, que tão bem serve ao ministério executando tarefas não menos importantes que a tarefa de qualquer outro no ministério.
                        Deste modo, com essa escolha tem inicio o grandioso ministério. No entanto as escolhas que se seguem não são fáceis, a próxima e a escolha dos presbíteros onde se ler:
Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos dos presbíteros (I Tm 4.14).
                         Percebemos ai a grande importância do ministério, mas não deixa de ser uma escolha de muita responsabilidade, tanto para quem escolhe, como para quem e escolhido, o teor do compromisso e da responsabilidade e o mesmo para ambas as partes. E claro que não estamos aqui incluindo as questões familiares que no próprio texto bíblico, estar permeado de muitas exigências para os membros da família do presbítero em questão.
                        Escolhido ou separado, vem agora a questão das atividades e do ambiente ministerial. Este nem sempre e sadio, foi criado para o ser, mas nem sempre o é. São inúmeras as razoes de tristezas, desistências e até depressões, que atacam e se acumulam na vida de vários oficiais de igrejas. Isso porque o próprio ambiente ministerial e perigoso.
                        E claro que Jesus não chamou e criou o ministério com essa pretensão de forma alguma, mas o ministério e composto por homens não e? Assim começa os problemas, aonde vai administração humana, vai os confrontos e as dificuldades e não falo de financeira isso vai estar presente em qualquer outro ambiente, falo, da comunhão, do respeito, da credibilidade, dos falatórios, dos obstáculos criados por “amigos”.
                        Lei nº 9.605/98. Decreto 6.514/2008, lei dos crimes ambientais deixa bem claro quanto ao poluidor pagador. “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. No seu § 3º, do mesmo artigo, a Constituição Federal afirma, ainda, que "As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados". Por sua vez, o Art. 5º, inciso LXXIII, elevou a proteção ambiental à categoria de direito fundamental de todo o cidadão.

                        No todo têm ais as punições para quem prejudica o meio ambiente, no nosso caso ministerial, o ambiente e degradado, ultrajado, desvirtuado, quando indivíduos não chamados e maus escolhidos, carregados de autoridade ou supostamente autoritários, invadem o ambiente ministerial criando conseqüências gravíssimas ao ministério como um todo. Isso e realmente muito triste, para o ambiente que Jesus chamou de lugar de bênção, casa de oração, e que, sempre teve as melhores intenções e sonhos para este ambiente ministerial.
                        Citei a lei dos crimes ambientais, apenas para fazer uma comparação com os deveres de manter o meio ambiente sadio e equilibrado. Agora, o meio ambiente cristão e prejudicado quando através de resíduos mentais, muitas pessoas são prejudicadas e ate jogada no incinerador da vida para ser destruído.  Uma serie de resíduos:
1.    Falatórios profanos;
2.    Mexericos;
3.    Falsos testemunhos;
4.    Suspeitas
5.    Acusações sem provas para beneficiar outros que desejam o lugar de alguém;
6.    Comentários maldosos e que ninguém nunca acha quem iniciou;

                         Estes são apenas alguns dos resíduos que trazem problemas para o meio ambiente ministerial, e claro que da mesma forma dos resíduos sólidos, geram também uma espécie de chorrume, só que espiritual, contamina não o lençol freático, mas a corrente sanguínea da alma, e da mesma forma que um cria mutações nas plantas e nos animais, o outro, cria mutações na alma, na auto-estima, no equilíbrio espiritual de homens e mulheres de Deus a serviço do reino.

                        Que Deus tenha misericórdia de nos e do ambiente ministerial, porque assim será necessário fazer uma triste pergunta.  Será que amanha existira ministério sadio? Confiável? Unidos? Com sentimento cristão?.  Responda se quiser se puder e como quiser.


Pr. Antonio Fortunato
Convites:
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